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domingo, 10 de janeiro de 2010

As ruínas de Quilmes


Vista aérea das ruínas de Quilmes

Foto: Marina Mercante

Dia 12 (6/1)

Cafayate - Santiago del Estero (354 km)

Fenômeno raro durante toda a viagem, a chuva resolveu aparecer em Cafayate. E forte. Acompanhada dela, pagamos o hotel e nos despedimos da cidade. O café da manhã, servido em uma padaria na praça central, ficou para outra vez. Era comer ou ficar encharcada. Optamos pelas roupas secas.

A uns 55 km de Cafayate em direção a Tucumán, estão as Ruínas de Quilmes. Elas são conhecidas como a Machu Picchu argentina. Em termos de tamanho, a comparação é exagerada, mas a lógica é bem parecida. Lá também foi território inca e há, em meio a um vale coberto por cactos, vestígios das casas dos índios Quilmes. A cidade, construída na encosta da montanha, possui inteligente sistema hidráulico, marcante característica incaica. Para conhecer o local, paga-se 10 pesos por pessoa. Quando chegamos lá, não chovia mais, mas o sol também não apareceu. Para completar o dia, conhecemos o Museu Pachamama, em Amaicha del Vale. A entrada custou 10 pesos também.



Museu Pachamama

Foto: Carolina Mercante

Sem tempo para conhecer San Miguel de Tucumán, dormimos em Santiago del Estero, um pouco mais à frente. O hotel escolhido foi o Libertador, na Calle Catamarca, por 355 pesos o quarto quádruplo. Caro para a limpeza oferecida. O carpete estava molhado e o ar condicionado é das antigas. Valeu pela internet rápida que eles disponibilizam. Há ainda um restaurante muito bom que, no dia seguinte, nos "reapresentou" ao café da manhã estilo norte-americano. Ou seja, a gente se serviu e comeu à vontade.